segunda-feira , 20 agosto 2018

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Sobre o deputado

Dagoberto Nogueira (4) II

Dagoberto Nogueira Filho nasceu em São José do Rio Preto (SP) no dia 21 de julho de 1955, filho de Dagoberto Nogueira e de Roseli Bellagamba Nogueira. Casado com Maria Verônica Sáfadi Alves Nogueira, Dagoberto é pai de dois filhos, Felipe Sáfadi Alves Nogueira e Mariana Sáfadi Alves Nogueira.

Formou-se em direito em 1981 e, dois anos depois, em administração pela Universidade Riopretense (Unirp). Quando estudante, foi presidente do Grêmio Universitário da Unirp e diretor regional da União Nacional dos Estudantes. Depois de formado, mudou-se para o Mato Grosso do Sul, onde assumiu a função de coordenador técnico do Instituto de Desenvolvimento do Mato Grosso do Sul (Idesul). Exerceu também o cargo de secretário de Justiça, Trabalho e Ação Social deste estado durante o segundo governo de Marcelo Miranda (1987-1991).

Filiou-se ao Partido Democrático Trabalhista (PDT) em 1993.

Entre 1999 e 2002 exerceu o cargo de diretor do Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) do Mato Grosso do Sul.

Elegeu-se deputado estadual nas eleições de 2002, na legenda do PDT, com 22.017 votos. Convidado pelo então governador do estado, Zeca do PT, Dagoberto licenciou-se da Assembleia Legislativa, no primeiro ano da legislatura (2003), para ocupar a Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública. Em 2003, pediu exoneração para concorrer ao cargo de prefeito de Campo Grande, nas eleições de 2004, obtendo 52.929 votos, sendo o terceiro candidato mais votado, depois do candidato eleito Nelson Trad, do partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) e do segundo colocado Vander Loubet, do Partido dos Trabalhadores (PT). Reassumiu o cargo de deputado estadual e licenciou-se novamente, em novembro, para assumir a Secretaria Estadual de Produção e Turismo, ainda no segundo mandato de Zeca do PT (2003-2007).

Em 2007, elegeu-se deputado federal pelo Mato Grosso do Sul na legenda do PDT, com 97.803 votos. Como parte de suas atividades parlamentares, participou da comissão mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização, e das comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Capadr) e da de Constituição, Justiça e Cidadania. Além disso, participou das Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) do Sistema Carcerário e da Subnutrição de Crianças Indígenas.

Dagoberto também fez parte também do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados.

Nas eleições de 2010, Dagoberto Nogueira disputou uma das vagas ao Senado Federal por Mato Grosso do Sul obtendo 485.490 votos válidos.

Em 2014, Dagoberto se elegeu novamente Deputado Federal pelo PDT obtendo 54.813 votos. Nesta legislatura (55º), Dagoberto votou contra o Processo de impeachment de Dilma Rousseff. Posteriormente, votou contra a PEC do Teto dos Gastos Públicos; contra a Reforma Trabalhista e contra o então Presidente Michel Temer, pedindo o prosseguimento das investigações no STJ. Além de sempre votar em favor da democracia e dos direitos dos trabalhadores, Dagoberto Nogueira sempre foi contrário à proposta de reforma na previdência proposta pelo Governo Temer, que previa a mudança no sistema de aposentadoria dos trabalhadores.

Dentre os projetos apresentados por Dagoberto na Câmara Federal, destacam-se a proposta para a criação de um Banco de fomento para a região Centro-Oeste; a Criação de áreas de livre comércio em Corumbá e Ponta Porã; o Projeto de Lei Complementar prevê a inclusão da região do Pantanal na área de abrangência da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM); a Regulamentação da profissão de Corretor de automóveis; O Projeto de Lei Complementar para Carência de impostos para pequenas empresas entre outros.

Somente neste mandato Dagoberto destinou mais de R$ 85 milhões em emendas parlamentares para Mato Grosso do Sul.

Ficha Limpa, deputado Dagoberto Nogueira luta há mais de 10 anos na Câmara dos Deputados para o fim do foro privilegiado. Dagoberto é o único deputado de Mato Grosso do Sul a compor a Comissão Especial que analisa a Proposta de Emenda à Constituição que extingue o foro especial por prerrogativa de função, no caso de crimes comuns.

Sempre atuante e respeitado no Congresso, Dagoberto compõe como 1º Suplente de Secretário a Mesa Diretora que rege os trabalhos na Câmara Federal. Dagoberto Nogueira também foi membro em diversas comissões permanentes, como a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; Relator da Comissão de Minas e Energia; Comissão de Viação e Transportes; Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e também de Comissões Especiais como Transporte Individual Remunerado; Demarcação de Terras Indígenas; Contas Públicas e Transferências Constitucionais; Lei De Proteção de Cultivares; Regime Especial Pagamento Precatórios, entre outras.

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